STARBUCKS Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini, 773 - Brás, São Paulo/SP
Segmentos
Sobre a Empresa
Diariamente um cliente recebe uma bebida de um barista da Starbucks.
É só um breve momento – apenas uma mão passando um copo por sobre o balcão para outra mão estendida.
Mas é uma conexão.
Tudo o que fazemos procura respeitar essa conexão – desde nosso compromisso com o café de melhor qualidade do mundo até a forma como nós interagimos com nossos clientes e nossas comunidades para conduzir nosso negócio de modo responsável.
Desde o princípio, há mais de cinquenta anos, quando éramos uma única loja, todo lugar a que fomos, todo lugar que tocamos, nós tentamos deixar um pouco melhor do que encontramos.
Nosso Legado - Todos os dias esperamos fazer duas coisas: dividir um ótimo café com nossos amigos e ajudar a tornar o mundo um pouquinho melhor. Já era assim quando a primeira Starbucks abriu em 1971 e continua sendo assim até hoje.
Naquela época, a empresa era uma única loja no histórico Pike Place Market de Seattle. Em sua fachada estreita, a Starbucks oferecia alguns dos melhores cafés em grãos inteiros recém-torrados do mundo. O nome, inspirado em Moby Dick, evocava o romance do alto-mar e a tradição dos navegadores que primeiro comercializaram o café.
Em 1981, Howard Schultz (presidente, CEO e presidente do conselho da Starbucks) entrou pela primeira vez em uma loja Starbucks. Já no primeiro copo de Sumatra, Howard ficou empolgado com a empresa, na qual ingressou um ano mais tarde.
Um ano depois, em 1983, Howard viajou para a Itália e se encantou com as cafeterias italianas e o aspecto romântico da experiência de tomar café. Ele teve a visão de levar a tradição das coffehouses italianas para os Estados Unidos. Um lugar para conversar, com um senso de comunidade. Um lugar intermediário entre trabalho e casa. Howard saiu da Starbucks por um breve período para abrir sua própria cadeia de cafés, Il Giornale, e retornou em agosto de 1987 para comprar a Starbucks com ajuda de investidores locais.
Desde o início, a Starbucks se propunha a ser um tipo de empresa diferente, que não apenas celebrava o café e sua rica tradição, mas também trazia um sentimento de conexão.
É só um breve momento – apenas uma mão passando um copo por sobre o balcão para outra mão estendida.
Mas é uma conexão.
Tudo o que fazemos procura respeitar essa conexão – desde nosso compromisso com o café de melhor qualidade do mundo até a forma como nós interagimos com nossos clientes e nossas comunidades para conduzir nosso negócio de modo responsável.
Desde o princípio, há mais de cinquenta anos, quando éramos uma única loja, todo lugar a que fomos, todo lugar que tocamos, nós tentamos deixar um pouco melhor do que encontramos.
Nosso Legado - Todos os dias esperamos fazer duas coisas: dividir um ótimo café com nossos amigos e ajudar a tornar o mundo um pouquinho melhor. Já era assim quando a primeira Starbucks abriu em 1971 e continua sendo assim até hoje.
Naquela época, a empresa era uma única loja no histórico Pike Place Market de Seattle. Em sua fachada estreita, a Starbucks oferecia alguns dos melhores cafés em grãos inteiros recém-torrados do mundo. O nome, inspirado em Moby Dick, evocava o romance do alto-mar e a tradição dos navegadores que primeiro comercializaram o café.
Em 1981, Howard Schultz (presidente, CEO e presidente do conselho da Starbucks) entrou pela primeira vez em uma loja Starbucks. Já no primeiro copo de Sumatra, Howard ficou empolgado com a empresa, na qual ingressou um ano mais tarde.
Um ano depois, em 1983, Howard viajou para a Itália e se encantou com as cafeterias italianas e o aspecto romântico da experiência de tomar café. Ele teve a visão de levar a tradição das coffehouses italianas para os Estados Unidos. Um lugar para conversar, com um senso de comunidade. Um lugar intermediário entre trabalho e casa. Howard saiu da Starbucks por um breve período para abrir sua própria cadeia de cafés, Il Giornale, e retornou em agosto de 1987 para comprar a Starbucks com ajuda de investidores locais.
Desde o início, a Starbucks se propunha a ser um tipo de empresa diferente, que não apenas celebrava o café e sua rica tradição, mas também trazia um sentimento de conexão.
